Nota política: Toda solidariedade a Zé Maria (PSTU) contra a ofensiva judicial do sionismo

Zé Maria foi julgado em um processo judicial de censura e perseguição política, produzido por duas entidades sionistas que atuam no Brasil principalmente para legitimar politicamente o apartheid e a ocupação colonial de Israel sobre a Palestina.

Nota política: Toda solidariedade a Zé Maria (PSTU) contra a ofensiva judicial do sionismo

Nota política do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR)

A Comissão Política Nacional do CC do PCBR vem a público expressar nossa solidariedade incondicional ao companheiro Zé Maria, presidente do PSTU. Zé Maria foi julgado em um processo judicial de censura e perseguição política, produzido por duas entidades sionistas, a Conib e a Fisesp, que atuam no Brasil principalmente para legitimar politicamente o apartheid e a ocupação colonial de Israel sobre a Palestina.

José Maria foi condenado a dois anos de prisão pela Justiça Federal em São Paulo, em regime aberto, por ter expressado apoio à Palestina ocupada num ato em outubro de 2023 na Av. Paulista, ao defender o legítimo direito à resistência armada do povo palestino contra os colonialistas que, desde o início do século XX, roubam terras palestinas, praticando limpeza étnica, genocídio e toda espécie de violência, objetivando sua expansão territorial no Oriente Médio.

A acusação do Ministério Público Federal (MPF), de que Zé Maria teria promovido "discurso de ódio e racismo contra o Estado de Israel, pregando de forma velada a expulsão dos judeus de sua terra ancestral no Oriente Médio", inverte a história de forma quase ridícula, pois nunca houve terra vazia esperando um povo escolhido; diversas etnias habitam historicamente a região, e foram os sionistas que iniciaram uma expulsão massiva (800 mil palestinos expulsos), com massacres e roubo de terras, a partir do que ficou conhecido como Nakba (Catástrofe), iniciada em 1948 e contínua até os dias de hoje.

Essa ofensiva sionista não é um caso isolado no país. Em março, a deputada Tabata Amaral (PSB) apresentou um Projeto de Lei que buscava criminalizar a crítica ao Estado de Israel e ao sionismo, efetivamente tornando crime se colocar contra o genocídio do povo palestino. Projetos de leis semelhantes e movimentações de criminalizar ativistas e militantes defensores da causa palestina foram vistas em outros países. 

O compromisso da classe trabalhadora internacional com o povo palestino tem sido demonstrado, nos últimos dois anos, com uma força surpreendente. O PCBR esteve, está e estará ombro a ombro com todo e qualquer trabalhador que expresse sua solidariedade aos palestinos e repúdio ao Estado sionista de Israel, uma das últimas experiências neocoloniais existentes no mundo.

CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DA LUTA EM SOLIDARIEDADE À PALESTINA!

TODA SOLIDARIEDADE A ZÉ MARIA!

PALESTINA LIVRE, DO RIO AO MAR!