Atualização sobre a Tempestade Al-Aqsa: dia 925
Novos depoimentos de soldados relatam abusos, tortura e mortes de civis em Gaza, crimes de guerra sistemáticos e parte de uma política de extermínio e terror de Estado contra a população civil indefesa.
FPLP: Face mais terrorista da ocupação é documentada
A Frente Popular pela Libertação da Palestina (FPLP) afirma que os depoimentos chocantes dados por soldados e oficiais do exército de ocupação sobre crimes de abusos e tortura na Faixa de Gaza constituem confissões explícitas da prática de crimes de guerra sistemáticos, refletindo a ideologia terrorista que alimenta essa entidade criminosa.
As confissões de combatentes sionistas sobre enterrar civis vivos, cometer atos degradantes contra prisioneiros e matar crianças e idosos a sangue frio comprovam que o que esse exército nazista cometeu em Gaza representa “uma política de extermínio total e terrorismo de Estado fascista”, liderada pela instituição militar sionista com apoio do governo, como expressão de sadismo e degradação moral contra um povo indefeso.
A Frente também afirma que o número alarmante divulgado por organismos internacionais, que documenta a morte de mais de 38 mil mulheres e meninas na Faixa de Gaza durante a guerra desde outubro de 2023 até dezembro de 2025 — uma média de 47 por dia, ou uma mulher palestina a cada 30 minutos — reflete a existência de “um plano sionista para atingir a existência e a identidade nacional”, com o objetivo de destruir o tecido social palestino e as condições de vida, colocando esses crimes entre os piores massacres da era moderna.
Esses números e depoimentos revelam um nível concentrado de brutalidade organizada, no qual o assassinato se torna política, o extermínio vira prática cotidiana e a vida de mulheres e crianças é violada sem limites, em um cenário que expõe ao mundo uma realidade nua: um sistema que pratica o crime como método, sob silêncio internacional que equivale à cumplicidade.
A vergonha perseguirá o sistema internacional que se limita a registrar números e evita nomear claramente o criminoso sionista, além da falta de responsabilização séria de líderes, soldados e oficiais da ocupação perante tribunais internacionais; a conivência e o silêncio diante dessas atrocidades deram luz verde para a continuidade da destruição do povo palestino e o desprezo pelas leis humanitárias.
Os pesadelos que perseguem os soldados da ocupação são apenas o começo, e o sangue do nosso povo — de crianças, mulheres e idosos — continuará sendo uma maldição que assombrará esses assassinos fascistas e nazistas, bem como todos aqueles que falharam ou financiaram esse extermínio.
Comunicado do Ministério da Saúde
Relatório estatístico periódico sobre o número de mártires e feridos devido à agressão sionista na Faixa de Gaza:
Nas últimas 48 horas, chegaram aos hospitais da Faixa de Gaza 8 mártires (7 novos mártires e 1 corpo recuperado) e 24 feridos.
Ainda há várias vítimas sob os escombros e nas ruas, e as equipes de ambulância e da defesa civil continuam impossibilitadas de chegar até elas até o momento.
Desde o cessar-fogo (11 de outubro):
• Total de mártires: 773
• Total de feridos: 2.171
• Total de corpos recuperados: 761
O número total de vítimas da agressão israelense chegou a 72.549 mártires e 172.274 feridos desde 7 de outubro de 2023.
Nota: foram adicionados 196 mártires à estatística acumulada após a confirmação de seus dados no início de abril.